domingo, 15 de novembro de 2015

#Encontro: Desmistificando os Anfíbios e Répteis

Olá Pessoal! 


No dia 8 de outubro foi realizado o 7º Encontro do Curso de Extensão para os professores das escolas da região de Maringá. Neste dia, quem estava compartilhando um pouco do seu conhecimento era o doutorando Ricardo Lourenço de Moraes da Universidade Estadual de Maringá - UEM, que tem como área de pesquisa a Ecologia e conservação de anfíbios e répteis.

No encontro, foi apresentado as características morfológicas, classificação taxonômica e curiosidades sobre as duas Classes. Além disso, os professores puderam tirar suas dúvidas sobre o tema e observaram alguns exemplares de anfíbios e répteis, inclusive, um deles era uma espécie recentemente identificada.








terça-feira, 13 de outubro de 2015

#DICA DO BLOG: Genética na Escola

A Genética é considerada dentro do currículo escolar como um dos assuntos mais complexos a ser trabalhado na escola, seja pela dificuldade do aluno ou por poucos conteúdos que possam ser esquematizados de forma prática, dentre outros fatores. Como tentativa de solução, os professores de Biologia buscam meios que os ajudem a quebrar esse barreira que existe entre os alunos a Genética. 

Com o propósito de difundir as experiências educativas na área da Genética, e proporcionar reflexões sobre os conceitos, a revista Genética na Escola é um material para auxiliar os professores da educação básica.

Por meio do site http://www.geneticanaescola.com.br/ você pode encontrar todas as edições disponíveis em pdf. 




Faça o download e tenha uma ótima leitura!!

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

#Encontro: Genética de Populações


Olá pessoal!

No dia 17 de setembro foi realizado o 6º encontro, ministrado pela Prof. Dra. Ana Sílvia Lapenta, da Universidade Estadual de Maringá, com o tema “Genética de Populações”. No  encontro foram realizadas duas práticas: a primeira de análise do cariótipo humano e a segunda utilizando-se botões de cores diferentes para demonstração do teorema de Hardy-Weinberg também conhecido como princípio do equilíbrio gênico.

Na primeira prática a professora Ana Sivia deu uma breve explicação do cariótipo ( nosso conjunto de cromossomos). Deste modo, para os participantes realizarem a dinâmica de reconhecimento dos cromossomos utilizaram-se os seguintes critérios: tamanho e localização do centrômero, com auxílio do cariograma (imagens de cromossomos em fases) para que fosse montada uma ficha identificando cada cromossomo. Essa dinâmica é ótima para aprendizagem de como é a organização cromossômica e a relação de parentescos entre espécies!




Cariograma


Ficha de análise de Cariótipo Humano



Em seguida foi realizada a dinâmica com os botões. Nessa prática usou-se botões de pressão para construir uma população, representando o cruzamento de alelos semelhantes e diferentes. Após o cruzamento dos alelos, calculou-se as frequências alélicas, genotípicas e fenotípicas e por fim foram analisadas as frequências obtidas. Posteriormente, esse resultado foi confrontado com a lei de Hardy-Weinberg, a qual diz que, se nenhum fator evolutivo ocorrer em uma população, às frequências dos alelos permanecerá durante as gerações.

As atividades lúdicas a exemplo desta, tem pro objetivo  demonstrar a alteração das frequências alélicas entre as gerações além de, permitir aos alunos um momento de descontração, de conversa, trocas de ideias que favorece a assimilação do conteúdo e construção do conhecimento.



Botões de pressão


Montagem dos Alelos



Obrigada pela atenção, até o próximo encontro!

Práticas no Ensino da Botânica

No dia 03 de setembro ocorreu o 5º encontro, realizado pelas Prof. Dra. Maria Auxiliadora Milaneze Gutierre e Prof. Dra. Mariza B. Romagnolo, com o tema "Práticas no Ensino da Botânica" no Museu Dinâmico Interdisciplinar localizado na Universidade Estadual de Maringá.
A Professora Dra. Maria Milaneze, conhecida na universidade carinhosamente por Dora, mostrou e explicou as técnicas utilizadas para o cultivo de orquídeas in vitro. Para isso, antes da realização da prática, os materiais utilizados foram esterilizados em autoclave com objetivo de evitar  a contaminação e o crescimento de fungos e bactérias. Foram utilizados meios de cultura contendo ágar-ágar e os nutrientes necessários para o crescimento do vegetal. 

A prática seguiu com a semeação dos gametas nos frascos junto ao meio de cultura. Primeiramente a Professora Dra. Dora fez a demonstração e solicitou-se que os professores trabalhassem em grupo e repetissem os mesmos procedimentos. Esta atividade permite gerar várias discussões em sala de aula, só irá depender da criatividade do professor na hora de ser trabalhada. 

A equipe do blog deixa uma ideia: Você professor pode realiza-la para demonstrar que não existe apenas a polinização, em sua maioria feita por insetos, e abrir uma discussão de como o ser humano já interferiu nos processos que ocorrem naturalmente nas plantas, e levantar os pontos negativos e positivos dessa interferência.

Orquídeas


Orquídea Vanda



                                                  


Plantas em desenvolvimento fecundadas in vitro


Nos vemos no próximo encontro!

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

#Encontro: Sensibilidade Gustativa ao PTC e Genética das Cores

Olá Pessoal,

No dia 27 de agosto realizamos nosso 4º encontro. Foi ministrado pela Prof. Dra. Ana Sílvia Lapenta, da Universidade Estadual de Maringá, com o assunto: "Sensibilidade Gustativa ao PTC e Genética das cores".

A professora trouxe práticas interessantes para cada um dos temas apresentados. Primeiramente, para testar a sensibilidade ao PTC, foram preparadas diferentes concentrações dessa substância, a fim de, estabelecer um gráfico de sensibilidade da população estudada. A explicação dada pelo norte americano Fox é que, existem diferenças individuais na capacidade de sentir o gosto da substância. Observou-se que essa diferença é genética, e que a sensibilidade é devida a um gene dominante T. Os degustadores (sensíveis) são TT ou Tt, enquanto que os não degustadores (insensíveis) são tt. A discriminação entre os dois fenótipos é “sui generis”.  

A outra prática ministrada, abordava os conceitos do Quadrado de Punnett, este feito com massinha de modelar, possibilitou  uma maior facilidade em visualizar os resultados dos cruzamentos dos alelos. Essa atividade é muito interessante e prática para ser realizada nas escolas, com o intuito de aplicar a teoria na prática, o que é uma grande dificuldade encontrada quando se fala em genética.











Fiquem ligados, logo mais teremos novidades dos próximos encontros!


#DICA DO BLOG: Mas afinal, o que é planta medicinal?

As plantas medicinais são todas aquelas que possuem princípios ativos que ajudam no tratamento das doenças podendo levar até mesmo a sua cura. São utilizadas sob a forma de chás ou infusões que devem ser ingeridos diariamente, enquanto durar o tratamento, mas é preciso ter cuidado ao serem consumidas, pois algumas delas podem ser tóxicas.
As plantas medicinais complementam o tratamento de diversas doenças mas não devem ser utilizadas sem o conhecimento do médico, pois podem ocasionar alguma interação medicamentosa e interferir no processo de cura da doença.

Desde os primórdios das civilizações mais antigas, dentre elas, a chinesa e a indiana, as plantas medicinais são usadas em todas as regiões do planeta, pelas mais diferentes culturas.No século passado, principalmente após a 2º Guerra Mundial, houveram avanços em pesquisas na área da saúde e da medicina, o que gerou aumento dos remédios produzidos em sua grande maioria de forma sintética ou com substâncias isoladas de seres.Estes foram produzidos posteriormente experimentos científicos, testes clínicos e toxicológicos, realizados em animais de laboratório com a finalidade de se adquirir grande quantidade de informações detalhadas e específicas com o intuito de permitir a utilização sem riscos em seres humanos.

Tendo em vista toda esta segurança, as últimas décadas do século 20 foram marcadas por um aumento de consumo individuais de fitoterápicos, medicamentos que contêm parte de plantas. Muitos investimentos foram destinados a pesquisas para obtenção de fitoterápicos. Diversos fatores culminaram para este aumento, como por exemplo, o parecimento da resistência de patógenos aos medicamentos e o encarecimento de medicamentos alopáticos. A maior credibilidade no uso da fitoterapia, foi decorrente das pesquisas médicas e farmacológica, que confirmaram a eficácia de muitas plantas medicinais. Consequentemente, a própria OMS (Organização Mundial da Saúde) observa que 85% da população mundial e consumidora de plantas medicinais.
Segue abaixo, algumas das plantas medicinais utilizadas atualmente.

Achillea millefolium -­ Mil folhas

Achyrocline satureioides - Marcela do campo

Aesculus hippocastanum ­- Castanha ­da ­índia

Allium sativum ­ Alho



Conhecendo as Plantas

Olá Pessoal,



Nosso 3º encontro do Projeto Difundindo e popularizando as diversas áreas da Biologia, foi realizado no dia 13 de agosto pela Prof. Dra. Mariza B. Romagnolo, com o tema ''Conhecendo as Plantas'', instruindo aos educadores toda abordagem sobre Plantas Medicinais e sua aplicação no dia-a-dia. 
A ministranda finalizou o curso com uma prática no Horto da UEM, onde pode por em prática a teoria aplicada.